Mariana Carvalho Krueger - Divulgação CERNE

Theratogs auxilia no tratamento e na melhora da qualidade de vida de pessoas com Síndrome de Down e paralisia cerebral,

além de outras patologias que causam distúrbios sensório-motores

           Ajustada sob medida para o paciente, o theratogs é uma veste terapêutica de treinamento neuromotor, postural e sensorial. É de uso individual, domiciliar, pode ser usada durante as sessões de terapias e nas demais atividades de vida diária. É feita em tecido especial para ser usada diariamente. Ele estimula o cérebro e reposiciona o corpo por mais horas ao longo do dia.

           Inicialmente, a terapia era utilizada para o desenvolvimento de crianças com distúrbios neuromotores, atualmente destina-se a pessoas de todas as faixas etárias no tratamento de patologias neurológicas que causam distúrbios sensório-motores e posturais, com a finalidade de correção, seja de ombro, quadril – rotação de fêmur, perna e posicionamento de pé. “A vestimenta atua também na correção motora de doenças neurológicas como paralisia cerebral, Síndrome de Down, traumatismo cranioencefálico, Esclerose Múltipla, em pacientes neurológicos ou que apresentam desordens sensoriais como ocorre nos Transtornos do Espectro do Autismo, Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade. É indicado também para a recuperação pós-cirurgias de quadril (rotativa) e correções osteoarticulares”, explica a fisioterapeuta e sócia do Centro de Excelência em Recuperação Neurológica (CERNE), Mariana Carvalho Krueger.

           O método foi desenvolvido nos Estados Unidos, no fim da década de 90, pela fisioterapeuta Beverly Cusick, seguindo os princípios biomecânicos e da ciência neuromuscular. “O uso do sistema theratogs é indicado por uma fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional, é a profissional quem tira as medidas, orienta o tamanho a ser comprado, faz as primeiras colocações e ajustes da veste e orienta a família de como é a sua colocação”, explica Mariana. A fisioterapeuta conta ainda que as correções e ajustes são realizados semanalmente durante a sessão de terapia na clínica. 

           O paciente retira a veste à noite, quando vai dormir, e no dia seguinte a recoloca. Mariana explica que não há contraindicação para a veste, quem a utiliza não sente dor e nem desconforto, há somente a correção do problema. Além disso, seu uso é imperceptível, pois fica direto no corpo, por baixo da roupa. É  um complemento ao tratamento desenvolvido durante as sessões de fisioterapia, com ele pode-se contar com mais oito horas de terapia. “Ele aumenta a probabilidade de melhores resultados terapêuticos, com um sistema de terapia personalizado e fácil de usar. A veste suplementa e reforça os treinamentos neuromotores e auxilia no cumprimento de metas do tratamento, sem usar a força”, acrescenta.

 Sobre o CERNE:

           O Centro de Excelência em Recuperação Neurológica conta com uma equipe multiprofissional, composta por fisioterapeutas, fonoaudióloga, musicoterapeuta, psicóloga, terapeuta ocupacional, psicopedagoga, educador físico e enfermeiro. A clínica tem a proposta de oferecer um outro olhar da recuperação da saúde, mais humanizado e personalizado de acordo com as necessidades e demandas do paciente, a fim de facilitar a sua inserção na sociedade. Além de garantir qualidade no tratamento, por meio de um processo padronizado onde o paciente encontra todas as terapias no mesmo local e de forma integrada, o Centro conta ainda com a experiência de suas sócias, a terapeuta ocupacional Syomara Cristina Smidiziuk e a fisioterapeuta Mariana Krueger, uma das primeiras profissionais capacitadas para a aplicação da técnica de Neuromodulação Transcraniana na Região Sul. A sociedade é complementada por Canrobert Krueger, engenheiro de computação e administração.

 SERVIÇO:
CERNE – Centro de Excelência em Recuperação Neurológica
Endereço: Rua Petit Carneiro, 318 – Água Verde – Curitiba – PR
Informações: 41 3528-6977

Fonte: Assessoria SmartCom

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